O conteúdo desta página requer a instalação da nova versão do Adobe Flash Player.
Instalar Adobe Flash player

Todos sabem que brasileiro é apaixonado por mulheres bonitas, futebol e cerveja. O que muitos sabem e poucos dizem é que o brasileiro também tem outro caso de amor ainda mais antigo: o CAFÉ!

Em um Brasil Colonial, antes dos grandes craques, das musas e das latinhas geladas, em 1727, aportava aqui este fruto de sabor peculiar, que passou a ser um dos protagonistas de nossa história.

O grande empreendedor foi Francisco de Melo Palheta, que trouxe as sementes da Guiana Francesa, com o propósito de fazer fortuna aqui.

Em sua trajetória pelo Brasil, os grãos de ouro se espalharam pelo Maranhão, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Em espaço de tempo muito curto, ele passou de novidade áurea para produto-base da economia brasileira.

Em condições favoráveis, a cultura do café se estabeleceu inicialmente no Vale do Rio Paraíba, iniciando em 1825 um novo ciclo econômico no país.

Alguns anos depois de às margens do Ipiranga acontecer o Grito de Independência, às margens do Rio Sapucaí estava outro empreendedor, com algumas sementes do grão de ouro no lombo de seu burro e um grande sonho: Ter uma enorme plantação de cafés no Sul de Minas Gerais, para poder fazer o seu próprio café com todo o capricho. Para ele, o café tinha que ser feito com arte, atendo-se aos mínimos detalhes da plantação e preparo, coisa que havia aprendido com o primor do artista que muitos falavam na região em que viajara: Aleijadinho.  Este era o Capitão João Pedro Ribeiro.




Mais de 130 anos se passaram e a tradição de que apreciar um bom café é uma arte foi passada de geração para geração. Nos últimos 10 anos, José Carlos Sales Ribeiro, descendente desta grande paixão por cafés trouxe para o mercado o Café Baronesa, uma homenagem à D. Ana Pereira Ribeiro, que chamamos assim não pelo título de nobreza adquirido, mas pela nobreza de seu caráter de mulher, que sempre esteve ao lado do capitão na concretização deste sonho.



É dela também a autoria da expressão “fazer com arte”, que quer dizer o mesmo que “fazer com capricho”. Para ela, tudo que se fosse fazer, deveria ser no intuito de se criar uma obra prima.

Como disse Fernando Pessoa: “Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim como em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive.”

Sendo assim, criamos o Café Baronesa – um café inteiramente brasileiro, inteiramente nosso. Inteiramente seu.

 


Home - Loja Virtual - Notícias - Contato
Copyright © Café Baronesa 2010